Uma parceria envolvendo a
Secretaria Municipal de Assistência Social/Cidade Amiga do Idoso, IRDES (Instituto Regional de Desenvolvimento
Econômico e Social), Siconp (Sindicato dos Contabilistas de Pato Branco e
Região), SESCAP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de
Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado do Paraná) visa
aumentar a arrecadação de tributos de pessoas físicas para destinação aos
fundos sociais de Pato Branco.
De
acordo com Sérgio Bebber, presidente do Siconp a partir de agora até 3% do
imposto devido poderá ser direcionado para os Fundos que amparam projetos
voltados a apoiar entidades beneficentes locais.
Para
o presidente do IRDES, Cláudio Petrycoski diz que há todo o sentido em deixar
parte dos impostos gerando benefícios aqui, para a sociedade. “Acreditamos na
iniciativa e estamos planificando, em parceria com as entidades, mobilização
para alcançarmos valores mais expressivos a partir do ano que vem. Quem puder
ajudar agora, será muito importante a contribuição deixada.”
Patrícia
Bellé, do Comitê Gestor da Cidade Amiga do Idoso diz que o contribuinte pode
pedir ao contador que deixe 3% de seus rendimentos para os Fundos. “Estamos
difundindo os fundos do Idoso e da Criança e do Adolescente que vem tendo
grandes demandas sociais. Toda a contribuição com impostos pode, integrada a
outras, proporcionar grandes transformações”
Maria
Susana Viera Brandes, diretora regional do SESCAP evidencia que os escritórios
contábeis podem fazer grande diferença. “É um momento de nossas empresas
contábeis contribuírem com o social e há expectativa da comunidade em relação a
isso.”
Eunice
Duarte, delegada do SESCAP e dirigente do CRC diz que o entendimento da classe
contábil é fundamental para o êxito da iniciativa. “O esforço dos profissionais
pode fazer grande diferença em resultado para nossas entidades, o que nos leva
a pedir o entendimento e a colaboração de todos neste momento decisivo.”
A
secretária municipal de Assistência Social, Luana Varaschim Perin ressalta que
“os recursos captados devem ser
aplicados, exclusivamente, nas ações, nos programas e nos projetos que proporcionem melhor estrutura
para a população vulnerável. “Estamos certos de que os fundos são geridos por
pessoas comprometidas em conseguir ótimos resultados com as destinações.”


