DECAP – Desenvolvimento Econômico de Capanema. Este é o nome do Programa
de Desenvolvimento de Capanema, escolhido no Concurso Cultural realizado pela
Prefeitura Municipal, Instituto Federal de Capanema – IFPR, Câmara Municipal e
pelo Sebrae. Nome elaborado por Tamires Fortunato Borges. A Logo campeã foi de
Gabriela Fernanda Claris que apresenta a relação da cidade com o interior e a
integração que gera o desenvolvimento econômico e o slogan “Produzido por nós,
feito por você” que foi o escolhido, tendo como autora Taíssa Gabrielli Housel.
Todas as campeãs do concurso têm 10 anos de idade e são alunas da Escola
Municipal Janete Katzwinkel. Os alunos finalistas ganharam medalhas, os
campeões um celular e seus professores um nootbook.
Participaram do Concurso 10 escolas
e 200 alunos. A primeira rodada de avaliação chegou a ter 466 trabalhos.
O anúncio ocorreu durante a noite de lançamento do Prodec, dia 22, na Casa da
Cultura, oportunidade em que houve uma palestra sobre Educação 4.0, com Marcos
Meier, renomado psicólogo, professor de Matemática, escritor e mestre em
educação. Colunista da rede Globo no jornal Bom Dia Paraná desde 2008 e
comentarista em rádios desde 2003.
Foram finalistas: Slogan – Giovana Vitória de Souza, Jardel Kaike
Wandscheer e Taíssa Gabrielli Hoesel; Nome - Luana Kunzler, Tamires Fortunato
Borges e Juan Walbring da Luz e logo - Bibiana Celita Budske, Victor Miguel
Hachtel, Gabriela Fernanda Claris e João Frantyesco Vaina Schneider.
Maria Auria Muhlmann, gestora do Sebrae agradece os profissionais das
áreas de Educação e Cultura pelo empenho e ressalta a qualidade dos trabalhos
desenvolvidos pelas crianças. “Notamos que houve, de fato, empenho e foi
difícil a seleção técnica dos trabalhos.”
O prefeito municipal Américo Bellé ficou
feliz em ver o DEPAC surgindo. “É um sonho não do prefeito, mas de cada cidadão
que deseja ver a sociedade civil organizada pautando caminhos para o futuro do
município. Há uma jornada a ser feita, mas é um bom passo dado.”
Palestra
Na oportunidade Meier falou sobre o repensar na forma de ensinar já que
nossos jovens não tem a mesma realidade de vida do que aqueles que
desenvolveram sistemas educacionais hoje empregados e que apresentavam
limitações. “O contexto é diferente, os desafios são totalmente novos e a
adaptabilidade, o trabalho em equipe e foco na integração de propósitos fazem
toda a diferença”, diz ele evidenciando a importância em ver um município como
Capanema unindo propósitos voltados a construção de um futuro mais próspero. “O
jovem precisa de desafios, resolução de problemas, conquistas de desafios,
superação de dificuldades para evoluir em conectividade cerebral para evoluir.
Deve receber isso na escola, com ou sem tecnologia. Pela primeira vez na história os jovens não
tem inteligência superior aos seus pais. Motivo: estão apenas consumindo
produtos prontos muitas horas por dia. Cinco horas na frente de um computador e
de um celular pouco agrega. Estes jovens devem migrar de meros consumidores de
tecnologia para geradores de conhecimento.”



